Domingo, 8 de Outubro de 2006
Massagista, uma profissão em extinção

Relato de um médico desportista do Brasil, ligado ao futebol.

Texto  de João Paulo Medina

 

     "Este espaço, dedicado mais ao massagista do que a massagem (enquanto técnica), tem um valor simbólico. Esta profissão que desempenhou, durante décadas, um papel relevante no dia-a-dia dos jogadores e clubes de futebol, hoje passa por mudanças radicais. Vários colaboradores na montagem do conteúdo da Cidade do Futebol até questionaram o por quê de um Instituto só para falar de massagem. Alguns, inclusive, a vislumbram como uma profissão em extinção, pelo menos nos moldes em que vinha (e, em muitos casos, ainda vem) sendo praticada junto aos diversos clubes de diferentes portes por este Brasil afora. Não deixam de ter razão, mas, neste universo de mudanças do perfil das diferentes profissões, esta do massagista parece-me emblemática.

     Salvo as exceções, os massagistas dos clubes de futebol se transformaram muito mais em figuras folclóricas e até carismáticas, devido suas atitudes e posturas, do que referências na aplicação de técnicas científicas da massagem. Representaram, entretanto, como já foi frisado, um papel importante no ambiente diário de trabalho, muitas vezes mais como confidente, conselheiro, cúmplice dos jogadores de futebol, do que propriamente o profissional que se utiliza de técnicas que usam os toques manuais para proporcionar efeitos terapêuticos, estimulantes ou relaxantes nos atletas. Por eles tem passado
segredos que dariam inveja a qualquer terapeuta que tenta penetrar na mente de um jogador de futebol. Geralmente, estes profissionais especiais, sabem, intuitivamente, como lidar com as tensões, expectativas, frustrações e vaidades que circulam nos vestiários ou na "sala de massagens" (ou não seria mais um consultório sentimental terapêutico natural?) de um clube de futebol.

    Na verdade as atividades, digamos oficiais, da chamada massoterapia, aos poucos, vão sendo melhor desenvolvidas através de técnicas alternativas diversas ou de especializações como a fisioterapia, por exemplo, que consegue dar uma abordagem mais científica, se comparada à atuação geralmente apenas prática dos tradicionais massagistas. Neste aspecto temos que concordar que este tipo de trabalho, feito pelos massagistas, está com seus dias contados. Mas não só no futebol, pois o de numero de terapeutas com conhecimentos não só em massoterapia, e com diversas técnicas manuais, apresenta na sociedade um consumo inevitável.

     Portanto, mais do que nos concentrarmos na ciência da massagem nossa pretenção neste texto é refletir um pouco sobre a função que este profissional exerceu durante muito tempo e, ao mesmo tempo, prestarmos uma homenagem a estes personagens, até certo ponto anônimos, mas que deixaram sua contribuição ao futebol brasileiro e em toda sociedade brasileira.

     Creio, também, que poderemos nos ocupar da reflexão sobre as delimitações e limitações de cada área do conhecimento, através da figura emblemática do massagista, não raramente desprezado pelo seu pouco embasamento científico, entre outras características. Há ainda no futebol (e não só) uma visão bastante corporativa das diferentes profissões que, infelizmente, impede que se avance para abordagens mais interdisciplinares do fenômeno esportivo(*). Alguns profissionais agem como verdadeiros proprietários de determinados saberes, como se só a eles coubessem encontrar as soluções de determinados problemas. "

 




publicado por fisio100 às 20:29
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Histórico Profissional - Francisco Sousa

Prof. de Educação Física

- Formação em Educação Física na Escola Superior de Educação Física de Volta Redonda – Rio de Janeiro – Brasil, Dez. / 1984;

- Estagiário de Ed. Física na Câmara Municipal de Volta Redonda – Rio de Janeiro – Brasil – Jan. / Dez. 1984;

- Auxiliar de Preparação Física no Volta Redonda Futebol Clube – 1ª Divisão do Estado do Rio de Janeiro (categoria – juniores) em 1983;

- Auxiliar de Preparação do Siderantim Esporte Clube – 2ª Divisão do Estado do Rio de Janeiro (categoria – juniores) em 1984;

- Preparador Físico da Associação Atlética Portuguesa do Rio de Janeiro – 2ª Divisão do Estado do Rio de Janeiro (categoria Adulta) em 1985;

- Prof. e Coordenador de Educação Física (ginástica aeróbica, step e musculação) em diversos Ginásios do Rio de Janeiro – Brasil: Club Sauna (1985 a 1988), Academia de Ginástica Aerobic (1988 a 1994), Academia de Ginástica Ozônio (1990 a 1995), Academia de Ginástica Ipon (1990) e Nevada Praia Clube (1989);

- Prof. de Educação Física em Ginásios portugueses (ginástica localizada, aeróbica, step, Avaliador físico e musculação): Instituto Kosmos (2000 a 2004), Régua Gym (2000 a 2005), Gymnocastro (Castro Daire – 2005) e AgraClub – Fitness Center (Trofa – 2006);

– Avaliador Físico do Ginásio Londrino (Lamego – 2004 e 2005);

- Prof. e Coordenador do Programa Metropolitano de Condicionamento Físico e Avaliação Física da Associação Cristã de Moços (Mocidade) (YMCA) do Rio de Janeiro – Brasil (1990 a 2000) (Avaliação Física, Ginástica, Hidroginástica e Musculação);

- Introdutor da Metodologia Metropolitana da YMCA – Rio de Janeiro de Periodização na Ginástica em Grupo, com a finalização do livro “Periodização na Ginástica”.

- Várias formações no Brasil e Portugal na área do fitness;

-Actualmente Prof. de Educação Física do Ensino Básico da Câmara Municipal da Trofa;

Fisioterapeuta

- Formação na Faculdade de reabilitação da Associação Social da Criança Excepcional (FRASCE) – Rio de Janeiro – Brasil – (1990 a 2000);

- Director do Gabinete de Fisioterapia na Ilha do Governador – Rio de Janeiro, Brasil (1995 a 1997);

- Estágios em algumas Clínicas do Rio de Janeiro: Clínica Orthos, Sotil (Sociedade Ortopédica e Traumatológica da Ilha do Governador) e Clínica Centrotrauma;

- Fisioterapeuta do Jequiá Iate Clube, Basquetebol da 1ª Divisão (categoria adulta) do Estado do Rio de Janeiro (1992 a 1995);

- Fisioterapeuta da Associação Atlética Portuguesa do Rio de Janeiro, Futebol (categoria adulta) na 1ª divisão do Estado do Rio de Janeiro (1991);

- Fisioterapeuta da Associação Desportiva Castro Daire, Futebol (categoria adulta), 3ª divisão Nacional Portuguesa (2004/2005);

- Fisioterapeuta da Policlínica Nossa Sra. dos Remédios – Lamego, Portugal (2000 a 2003);

- Fisioterapeuta da Clínica Douralto – Peso da Régua, Portugal (2003 a 2005);

- Formador no Curso de Ajudante de Fisioterapeuta e Hidrobalneoterapia, Termas do Carvalhal, Castro Daire – Portugal (2004);

- Formador no Curso de Ajudante de Fisioterapeuta e Hidrobalneoterapia, Termas de São Pedro do Sul – Portugal (2005);

- Director técnico da Optiforma – Centro de Estética e Fisioterapia do Cartaxo – Portugal (2005);

- Fisioterapeuta do Gabinete de Fisioterapia de Castro Daire – PREVINE (2005);

- Fisioterapeuta Coordenador da Açorclínica – Clínica de Reabilitação Física e Medicina Desportiva, Clínica Bom Jesus - Ponta Delgada – Açores. (2005 / 2006);

- Fisioterapeuta responsável da Clínica de Reabilitação Física Mónica Duque – Valongo (2006);

 



publicado por fisio100 às 16:55
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Fisioterapia Desportiva
A Fisioterapia, é um programa dinâmico de exercícios prescritos para prevenir ou reverter os efeitos deletérios da inactividade enquanto o indivíduo recupera seu nível precedente de competição. Diferentemente da reabilitação convencional, na qual o retorno completo da função poderá não ser possível, a reabilitação atlética combina o exercício e as modalidades terapêuticas com a finalidade de restaurar os atletas ao seu nível normal de actividade. A reabilitação atlética não inclui apenas a restauração completa do desempenho irrestrito, mas se esforça também para um nível de condicionamento maior do que o nível que o atleta possuía antes da lesão. Terá que levar em conta força muscular, potência, flexibilidade e resistência (endurance), assim como equilíbrio, propriocepção, momento apropriado e desempenho cardiovascular. Cada programa de reabilitação deve ser individualizado de forma a atender as necessidades individuais de cada atleta.
A fisioterapia desportiva, ou reabilitação atlética abarca principalmente a restauração das estruturas músculo-esqueléticas traumatizadas. Só raramente uma lesão é tão leve a ponto de tornar desnecessária alguma forma de reabilitação, e, como regra, quanto mais séria for a lesão, mais prolongada e necessária será a reabilitação. A eficácia da fisioterapia no período de recuperação, tanto após uma cirurgia quanto após um traumatismo, geralmente determina o grau e o sucesso da futura competição atlética. Além do mais, as lesões sofridas durante a participação atlética são em geral, produzidas em circunstâncias inerentes ao desporto específico: portanto, o atleta pode ficar exposto a um traumatismo recidivante idêntico, o que torna mais provável uma nova lesão. Esse potencial para sofrer uma nova lesão torna necessário um tratamento fisioterápico exaustivo e completo.
Em qualquer lesão, ocorrem eventos fisiológicos específicos em resposta ao traumatismo. Cabe ao fisioterapeuta reduzir a gravidade desses efeitos fisiológicos, optimizar o tempo de cicatrização e devolver o atleta à competição o mais cedo possível sem comprometer seu bem-estar. Os objectivos de todo o programa de fisioterapia incluem:
1)     Redução da dor;
2)     Redução da resposta inflamatória ao traumatismo;
3)     Retorno da amplitude activa de movimento plena e isenta de dor;
4)     Redução do derrame;
5)     Retorno de força, potência e endurance muscular plena;
6)     Retorno às actividades funcionais assintomáticas plenas no nível pré-lesão;
     Tumefação, dor e espasmo podem inibir a instituição precoce de um programa de fisioterapia. O uso de várias modalidades pode ser essencial no controle e na redução dessas respostas, permitindo ao atleta iniciar precocemente os exercícios de amplitude de movimento e de fortalecimento. No entanto, a modalidade propriamente dita nunca é considerada a cura para a maioria das lesões atléticas. Apenas através do exercício terapêutico será possível recolocar a parte ou as partes corporais lesadas em seu nível pré-lesão. Se um programa de reabilitação não for instituído em combinação com as modalidades terapêuticas, o ciclo da lesão poderá prosseguir.
    O exercício precoce é essencial para a reabilitação. Os atletas podem aprimorar sua condição física em cerca de 1% ao dia, enquanto perdem de 3% a 7% de sua aptidão diariamente quando permanecem totalmente inactivos. Portanto, quanto mais longo o período de tempo durante o qual o atleta permanece inactivo, mais longo será o período necessário para completar o programa de reabilitação. O uso apropriado do exercício pode acelerar o processo de cicatrização, e a falta de exercício durante os estágios iniciais da reabilitação pode resultar em incapacidade permanente. Algumas limitações poderão ser necessárias para proteger um reparo cirúrgico ou permitir que ocorra a cicatrização adequada da lesão. As condições ideais para a cicatrização dependem de um equilíbrio delicado entre a protecção contra o estresse e o retorno à função normal no período mais precoce possível.
      Cada programa de fisioterapia deve ser individualizado; não existe um programa de reabilitação do tipo “livro de receitas culinárias” para todas as lesões e que possa ser adoptado para todos os atletas. Um programa de fisioterapia deve ser elaborado de forma a atender as necessidades do atleta, abordar as deficiências específicas e a levar em conta as demandas funcionais específicas do atleta para cada actividade desportiva, em vez de encaixar o atleta em um determinado plano de tratamento.
     Os objectivos gerais da fisioterapia já foram mencionados. Antes de iniciar um programa de reabilitação, o fisioterapeuta, o técnico e o atleta deverão elaborar um conjunto de objectivos a curto, médio e a longo prazo baseados na lesão do atleta ou no procedimento cirúrgico realizado e na necessidade da competição. O uso do protocolos de reabilitação preestabelecidos como diretrizes para a progressão do atleta através do programa de reabilitação pode ser valioso. Os protocolos deverão fundamentar-se em princípios derivados da pesquisa sobre o tempo de cicatrização e cinemática articular. Os objectivos podem ser delineados em relação à amplitude de movimento, à sustentação do peso e à progressão dos pesos nos exercícios com resistência progressiva. Entretanto, os protocolos de reabilitação são apenas diretrizes e os indivíduos toleram a dor diferentemente e cicatrizam com ritmos variáveis. O avanço da reabilitação no atleta deverá basear-se na avaliação diária do fisioterapeuta quanto aos relatos subjectivos e achados objectivos. A progressão de uma fase para outra somente deverá ocorrer depois que o atleta alcançou os objectivos esboçados na fase actual.
 
Fisioterapeuta  - Rafael Gatto - Sport Club Lamego
Fisioterapeuta e Prof. Ed. Física - Francisco Sousa


publicado por fisio100 às 16:24
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Sábado, 7 de Outubro de 2006
A consulta a um fisioterapeuta (Licenciado)

     Numa abordagem que combina exercícios, massagens e manipulações articulares, a fisioterapia pode ser uma das formas mais eficazes de tratamento para a dor nas costas. Geralmente é preferível à cirurgia (último caso), e mais benéfica do que ingestão de medicamentos.

     O ideal seria, que a consulta inicial fosse marcada pelo médico para realizar o diagnóstico, pois um fisioterapeuta não pode solicitar alguns recursos de investigação, que é de exclusividade dos médicos. Mas como vimos anteriormente, este processo pode se dar início com o fisioterapeuta (licenciado)

      Antes de iniciar o tratamento, o fisioterapeuta fará um exame completo da coluna e das funções a ela relacionadas. Solicitará um histórico completo de seus sintomas e depois examinará. Observará seu modo de caminhar, de permanecer de pé e de se sentar. Seu exame preliminar é muito semelhante ao exame médico,  o que diferencia é a continuidade no atendimento de reavaliação e evolução.

      Embora todos os fisioterapeuta (licenciados) tenham treinamento adequado para dar início ao atendimento. Seu médico o encaminhará ao departamento de fisioterapia da clínica, do hospitalar ou até particular. Se você já houver recebido tratamento de um fisioterapeuta e o problema houver retornado, como já vimos, não há problema em consultar directamente ao fisioterapeuta.

     As ferramentas principais de um fisioterapeuta são as mãos: ele pode ser capaz de tratar seu problema de coluna simplesmente usando massagem, tracções e manipulação vertebral. Todos os fisioterapeutas (licenciados) são treinados em alguns métodos de manipulação. Os Métodos Maitlands e Cyriax são os mais comuns. Há também um número cada vez maior de equipamentos de electroterapia, tanto para tratamento quanto para diagnóstico à disposição dos fisioterapeutas.

OBS : Os resultados podem não ser satisfatórios se o profissional não tiver qualificação para utilizá-los. O que acostumamos observar com frequência, são técnicos que aprendem em tempos recordes a utilizar estes aparelhos, apenas repetem a rotina de ligar, colocar e retirar, além de que, muitos colegas fisioterapeutas se acham "  cinestioterapeutas ", só utilizam as mãos. A verdade que o fisioterapeuta é o profissional que realiza terapia através de meios físicos, portanto, o profissional mais indicado a utilizar estes aparelhos.

      Na outra face da moeda , infelizmente, muitas pessoas, e até com formação na área da saúde e médica, acreditam que a massagem e as manipulações vertebrais não são científicas. Suas opiniões encorajaram algumas  clínicas a negligenciarem essas técnicas para favorecer o uso de equipamentos electrónico, com o objectivo de conquistar o agrado dos utentes, e a serem mais económicos com o tempo gasto com o utente.

      Portanto, acredito firmemente que as técnicas da terapia manual (massagens, manipulações, tracções e etc.) são bastante benéficas, e que os dispositivos electrónicos modernos, quando bem aplicados, oferecem um suporte importantíssimo na conduta pré-cinesioterapeutica (antes do início dos exercícios). 

Pois, fisioterapia sem exercício, por mais simples que seja este exercício, é que nem carro sem rodas, não anda.

1 Gde Abraço,

Francisco Sousa

 



publicado por fisio100 às 15:56
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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2006
Quanto mais directo o acesso ao fisioterapeuta melhor...

    

     O acesso directo elimina, muita das vezes, a carga excessiva de visitas desnecessárias e marcações duradouras aos serviços médicos. A exigência de filtração de consultas ao fisiatra pode causar atrasos, e até, negações de serviços fornecidos por fisioterapeutas.

    São aqueles casos em que o paciente vai a um especialista, por exemplo: o Ortopedista, do qual este realiza uma consulta sem indicar fisioterapia, por medo de perder um paciente ao fisiatra, ou quando indica, o paciente marca uma nova consulta,  gastando tempo e dinheiro. Todo este transtorno leva o paciente a procurar outros meios, mas no caso dos fisioterapeutas licenciados, estes sim, recebem instruções extensiva e treinamento clínico para poder praticar sem indicação.

    Este atraso no atendimento fisioterápico implica custos elevados aos pacientes, com resultados funcionais diminuídos e prolongados, e com isso uma enorme frustração dos pacientes. Sendo que, quanto mais directo for o acesso ao fisioterapeuta melhor é o resultado da reabilitação, sobretudo em custo/benefício.

    O acesso directo aos fisioterapeutas não promove a super utilização e nem aumenta o custo do cuidado à saúde. Um estudo da Associação Americana de Fisioterapia (AFTA), sobre custo/benefício do acesso directo aos fisioterapeutas, encontrou que os gastos do paciente para as visitas de fisioterapia eram 123% mais altas, quando os pacientes eram primeiro vistas por outros médicos (Deixa eu repetir, um custo de 123% a mais), do que quando foram a um fisioterapeuta licenciado directamente.

     Os fisioterapeutas licenciados são bem qualificados para fornecer atendimentos, e ainda, têm um completo conhecimento para poder realizar uma avaliação criteriosa inicial, prescrever e revisar todo o tratamento fisioterápico .

      Actualmente 36 estados norte-americanos têm alguma forma de acesso directo do paciente para o fisioterapeuta licenciado. As seguradoras e os Conselhos Estaduais americanos afirmam que o acesso directo não compromete a saúde, a segurança, ou o bem-estar dos utentes que procuram os serviços dos fisioterapeutas sem indicação do médico  (segundo AFTA - www.afta.com ).

     A Organização dos Serviços de Promoção da Saúde, o principal instrumento regulador da responsabilidade dos fisioterapeutas nos Estados Unidos, encaminhou em 22 de Março de 2001, um documento relatando que "o acesso directo não é um factor de risco para seleccionarmos especificamente em nosso programa, porque não impactou negativamente, e forma alguma, em nossa experiência se solicitações de fisioterapia".

     Basta agora você cidadão decidir e procurar reconhecer quem são os fisioterapeutas licenciados. Exijam a Cédula Profissional.

 



publicado por fisio100 às 11:17
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